POLÍTICA
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E AGORA, JOSÉ?
Câmara diz que gestão Dilador mente em respostas e comete improbidade

Vereadores apontaram indícios de ilegalidades em informações prestadas ao Legislativo

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Um questionamento sobre multas de trânsito, colocado em discussão na Câmara de Araçatuba, nesta segunda-feira (01), levantou a possibilidade de a administração do prefeito Dilador Borges (PSDB) estar cometendo improbidade administrativa (desonestidade com o dinheiro público), ao não prestar informações verídicas ao Legislativo, após questionamentos aprovados em plenário.

A possibilidade de irregularidade cometida pelo chefe do Executivo foi levantada pelo vereador Antônio Edwaldo Dunga Costa (DEM), que afirmou, ter o governo municipal, mentido em informação oficial prestada à câmara sobre multas aplicadas na cidade.

De acordo com o vereador, ele tem o histórico infração de trânsito anotadas pela Guarda Municipal e que a Prefeitura, ao ser questionado, teria informado não haver nenhuma penalidade aplicada sobre caso específico apontado pelo parlamentar.

“Isso é improbidade administrativa. Tá na hora de parar de fazer esta Câmara de marionete”, disse Dunga.

O líder de governo, Jaime José da Silva (PTB), disse que o apontamento de Dunga era grave e pediu à presidente do Legislativo, Tieza (PSDB), que oficie a administração municipal, conforme registro em ata da Câmara, a prestar esclarecimentos sobre os apontamentos feitos pelo vereador do DEM.

Os indícios de improbidade administrativa da gestão Dilador, ao omitir informações da Câmara, foram reforçados pelo parlamentar. “Ele é responsabilizado por improbidade administrativa se a administração pública mandar informação errada para esta Casa. Tem que ver quem é que está respondendo estes requerimentos”, disse Cláudio. “Isso daí não é o que o prefeito manda fazer com a Casa. Tem que ver qual funcionário está respondendo e se tiver algo errado o Prefeito tem que chamar este funcionário para que ele seja responsabilizado”.

Percebendo que o assunto crescia nas discussões, Jaime procurou aliviar para o lado do prefeito e disse que “comete improbidade quem assinou o ato”. No caso, quem enviou respostas mentirosas à Câmara, com base em questionamentos oficiais aprovados pelo Legislativo.


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