Polícia
DESCONTENTE ESTUDANTE PROCURA A POLÍCIA APÓS SER PROIBIDO DE ASSISTIR SEM MÁSCARA

Fato aconteceu no mesmo dia em que o governador do Estado, João Doria (PSDB), desobrigou o uso do equipamento em locais fechados

O estudante de direito Maxsuel Fernando Costa de Oliveira, 31 anos, registrou na noite de quinta-feira (17), um boletim de ocorrência na Polícia Civil, relatando ter sido obrigado por uma professora da FAC/FEA (Fundação Educacional de Araçatuba), a sair da sala de aula por não estar usando a máscara de proteção facial.

 

O fato aconteceu no mesmo dia em que o governador do Estado, João Doria (PSDB), desobrigou o uso do equipamento em locais fechados.

 

O estudante relatou no boletim de ocorrência, que estava na sala de aula no momento em que a professora solicitou que ele colocasse a máscara facial e, caso não fizesse ela sairia da sala de aula.

 

Ainda de acordo com o boletim de ocorrência, o aluno procurou a direção da escola, entretanto a diretora também exigiu que ele colocasse o equipamento de proteção facial.

 

O estudante contou à reportagem que sofre de sopro no coração e falta de ar. Enquanto era obrigatório o uso de máscara ele fazia o uso, mas no momento em que deixou de ser exigido, não iria mais usar, já que estava respaldado pelo decreto vigente.

 

O OUTRO LADO

Em nota, a faculdade se posicionou sobre o ocorrido:

 

Considerando o fato reportado referente ao uso de máscara em sala de aula, a direção pedagógica da FEA buscou ouvir o professor envolvido e os alunos presentes naquela oportunidade. É preciso ter em mente que o decreto editado pelo governo do estado de São Paulo, cuja vigência se iniciou no dia 17/3, dia em que ocorreu o episódio. Embora flexibilizado pelo decreto o uso da máscara em sala de aula, a FEA na oportunidade ainda não havia editado qualquer orientação interna destinada aos alunos e professores nesse sentido. Entendemos que diante da dinâmica cronológica legislativa é natural que a implantação de novas normas possa dar causa a equívocos e conflitos, todavia entendemos também que a razoabilidade e o bom senso devem sempre prevalecer na condução de situações decorrentes da Pandemia de forma que, diante das informações até o momento apuradas internamente, a Fundação irá aguardar os eventuais desdobramentos jurídicos para, oportunamente, responder perante as instâncias pertinentes”, informou a nota da Fundação Educacional.

 

Com informações www.aracatubaemfoco.com.br


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