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O juiz criminal Vinícius Nocetti Caparelli determinou, em audiência de custódia realizada na manhã desta segunda-feira (11), a imediata destruição das 2,6 toneladas de maconha apreendidas na tarde deste domingo. Apenas uma amostra do entorpecente será recolhida pela Polícia Civil para a realização de exame pericial.
A Polícia Civil aguarda o despacho com a decisão para providenciar os trâmites necessários para a incineração da droga. A informação obtida pelo 018 News é de que a droga deverá ser queimada na caldeira de uma das usinas de álcool e açúcar de Araçatuba.
Caberá à Polícia Civil entrar em contato com as unidades locais para decidir onde a droga poderá ser incinerada. Desde que foi apreendida, no final da tarde deste domingo, os tabletes de maconha, com tamanhos variados e embalagens diversificadas, estão acomodados em uma sala da Central de Flagrantes de Araçatuba.
Por se tratar de uma grande quantidade de entorpecente, e da possibilidade de a maconha pertencer a facção criminosa – o PPC (Primeiro Comando da Capital – o clima na central de flagrantes é de apreensão, pois, apesar de tratar-se de uma delegacia, não há um aparato próprio de segurança no local para abrigar tamanha quantidade de droga.
Existe a possibilidade de as 2,6 toneladas de maconha serem queimadas ainda nesta segunda-feira.