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Foi preso na manhã desta segunda-feira (24) em Birigui, em caráter temporário pelo prazo de 30 dias, o pedreiro Jonas Barbosa de Alcântara Júnior, de 34 anos. Na companhia de um advogado, ele confessou à Polícia Civil ter matado, no dia 30 de agosto, o professor Elói Gomes da Silva, 48 anos, na casa onde a vítima morava, na rua Paraná, bairro Vila Brasil.
O pedreiro já era considerado suspeito do assassinato. Ele chegou a prestar depoimento no dia 1º deste mês, após às polícias Civil e Militar receberem uma série de denúncias anônimas o apontando como responsável pelo crime. No entanto, na ocasião, Jonas negou que teria matado o professor.
Durante a investigação do caso, a polícia conseguiu juntar indícios de que o pedreiro era mesmo o assassino do professor Elói Gomes da Silva. Ele foi representado à Justiça, que decretou a sua prisão temporária. Na condição de acusado, apesar de ter confirmado a execução do homicídio, Jonas prestou novo depoimento e permanecerá preso, durante as próximas semanas, na cadeia pública de Penápolis.
O pedreiro poderá continuar preso até o julgamento caso a Justiça entenda que ele ofereça algum tipo de risco à sociedade. Ao confessar o assassinato, Jonas declarou à polícia que sua intenção era se apossar do telefone celular e do notebook do professor, que foi encontrado morto pelo companheiro, tendo o rosto coberto por uma camisa e uma faca cravada no peito.
Jonas disse à polícia que executava um serviço na casa do professor e que os dois chegaram a trocar conversas pelo celular. Após o homicídio, o pedreiro, que afirma ter agido sozinho, teria jogado o telefone e o notebook em um córrego, na proximidade da casa onde mora.